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Dor muscular? Talvez você tenha um problema na coluna

Levante a mão aquele que nunca sentiu sequer uma dorzinha muscular, seja nas pernas, nos braços ou nas costas, mesmo após uma boa partida de futebol, uma noite mal dormida ou depois de encarar um engarrafamento daqueles. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a segunda doença crônica mais comum no Brasil é algum problema na coluna. E mais: de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), 85% da população mundial teve, tem ou terá dores na coluna.

Portanto, uma leve dor muscular que seja, mesmo após um tombo, um esforço físico ou durante um período de estresse, deve ser levada muito a sério, pois pode indicar algum problema de coluna. O brasileiro tem a mania da automedicação, e nestes casos é muito comum tentar resolver a dor com um analgésico qualquer, mas o correto é procurar ajuda médica. “A dor é um sintoma. É preciso investigar o que está acontecendo, até porque pode ser algo sério. Quanto mais cedo a dor for diagnosticada e tratada, mais rapidamente o tratamento será um sucesso. E muitas vezes evitamos que o problema na coluna se torne ainda maior com o tempo”, garante o ortopedista Eduardo Fraga Pacheco Machado, da Clínica Orthoberg.

De olho nos sintomas

O médico da Clínica Orthoberg destaca que dores nas costas podem ser um sintoma de uma doença crônica se persistirem por mais de três meses. “Alguns sintomas específicos devem merecer toda a tenção, como a irradiação da dor para as pernas, e a sensação de formigamento. Quando isso acontece, é certo que há algum problema na coluna a se investigar. Pode ser uma lombalgia, uma inflamação na lombar, algo muito corriqueiro. O paciente pode achar que fez exercícios demais na academia ou exagerou no futebol, mas muitas vezes o problema é na coluna, precisa ser diagnosticado e tratado”, ensina o ortopedista.

É possível fugir das estatísticas?

Mas será que é possível fugir desta estatística da OMS? É possível, sim. O Dr. Eduardo diz que a prática regular de exercício físico, a adoção de uma alimentação saudável, noites de sono reparadoras, combate ao tabagismo e a obesidade e a adoção de uma postura saudável podem garantir a saúde da nossa coluna vertebral.

“O sobrepeso e o sedentarismo, por exemplo, são inimigos mortais da coluna. Há uma série de questões que precisam ser avaliadas, até mesmo o calçado, o colchão e o travesseiro que utilizamos. A dor na coluna pode vir de um vício de postura, isto é muito comum, e neste caso recomendamos a prática de RPG, que traz resultados muito bons., conta ele.

O tratamento de problemas de coluna é individualizado e obviamente depende do diagnóstico e do grau do problema. “Na Clínica Orthoberg, optamos por protocolos que utilizam a RPG e a fisioterapia. Em muitos casos, também podemos receitar medicamentos específicos. O importante é que podemos resolver o problema, devolvendo a qualidade de vida ao paciente. Mas para isso, ao menor sinal de dor, é preciso procurar um ortopedista para uma avaliação”, determina.


Artrite reumatoide: recuperando a qualidade de vida perdida

Uma doença que não tem cura, mas se o paciente for bem tratado, a doença não entra em remissão, readquirindo a qualidade de vida perdida.

Atividades corriqueiras, como escovar os dentes, pentear os cabelos, simplesmente vestir um sutiã ou abotoar uma camisa podem se tornar um suplício para aqueles que são acometidos pela artrite reumatoide. Trata-se de uma doença reumática das mais comuns, que atinge as articulações da pessoa, podendo provocar dores intensas e muitas vezes a impossibilidade de realizar alguns movimentos.

“A artrite reumatoide é uma doença muito séria, que pode ter sintomas bem intensos, prejudicando, e muito, a qualidade de vida do paciente. É um grande erro pensar que é uma doença exclusiva da terceira idade. Muitos jovens também são acometidos pela artrite reumatoide. Inclusive, é preciso destacar que a doença acomete principalmente mulheres entre 30 e 50 anos”, explica a reumatologista Priscila de Andrade Magalhães, da Clínica Orthoberg.

Os sintomas da artrite reumatoide

Dor nas articulações afetadas, sensação de calor, edema, além de uma possível sensação de fadiga e rigidez após períodos de inatividade, principalmente pela manhã, ao levantar da cama são os sintomas da artrite reumatoide, explica a reumatologista da Clínica Orthoberg.

Segundo a Dra. Priscila, é muito comum que a artrite reumatoide aconteça de modo simétrico, ou seja, apareça nas articulações do lado direito e esquerdo simultaneamente. “Ao menor sinal de dor, vermelhidão, rigidez ou mesmo da incapacidade de se completar um movimento, um especialista deve ser consultado. Quanto antes o tratamento começar, mais rapidamente poderemos devolver ao paciente a qualidade de vida perdida. A artrite reumatoide não tem cura, mas é possível eliminar a dor e rever os movimentos perdidos”, garante ela.

Como tratar a artrite reumatoide?

Após diagnosticar o paciente por meio de exame físico, análise laboratorial e exames de imagem, o médico irá propor o melhor tratamento. “Aqui na Clínica Orthoberg, oferecemos um atendimento individualizado. Isso significa que cada paciente terá o seu próprio tratamento. Utilizamos protocolos que incluem acupuntura contra a dor e fisioterapia com muito sucesso”, adianta ela.

O tratamento é medicamentoso e a reabilitação física se utiliza de técnicas fisioterápicas como eletroterapia e cinesioterapia. Uma possibilidade excelente, que é estudada caso a caso, é o uso de imunobiológicos, aplicados por via endovenosa ou subcutânea, que trazem resultados excelentes, até mesmo em casos de estágio avançado da doença. “Utilizamos os imunobiológicos quando os medicamentos tradicionais não trazem boa resposta. Se o paciente for bem tratado, pode evitar a dor, a deformidade e a doença não entra em remissão, readquirindo a qualidade de vida perdida”, finaliza ela.


Reumatismo é mesmo uma doença que acomete apenas idosos?

Muita gente acredita que reumatismo é uma doença única, que acomete apenas idosos.

É bem verdade que eles são os que mais sofrem devido a doenças reumáticas, mas esta afirmação está longe de ser verdade. Existem mais de 100 tipos de reumatismo, inclusive o reumatismo infantil.

De acordo com o Ministério da Saúde, mais de 12 milhões de brasileiros, de todas as idades, são acometidos por alguma doença reumática. Tal número justifica, por exemplo, a criação do Dia Nacional da Luta Contra o Reumatismo, que acontece todo dia 30 de outubro, com ações de conscientização da doença em todo o país.

O que é reumatismo?

Existem mais de cem tipos de reumatismo e praticamente todos começam com uma simples dor nas juntas, como uma tendinite, algum problema na coluna lombar ou cervical ou até mesmo uma artrite reumatoide, uma das doenças reumáticas mais comuns.

Muitas vezes, o paciente sente aquela dorzinha que parece ser passageira e inofensiva, e prefere a automedicação, acreditando que é alguma bobagem. Mas a dorzinha não passa e pode se transformar em um problema de saúde mais sério. Ao menor sinal de dor nas juntas, um reumatologista deve ser procurado. Se a pessoa sentir dor nas articulações, nos músculos, na coluna vertebral, rigidez articular e edema nos músculos, tendões e articulações deve procurar ajuda.

Quanto antes o tratamento for iniciado, mais rapidamente terá sucesso, as doenças reumáticas afetam as articulações, músculos, ligamentos e tendões, além das cartilagens do nosso corpo, podendo provocar dores, deformações e limitação de movimentos.

Quais os sintomas e como tratar o reumatismo?

A verdade é que os sintomas das doenças reumáticas se confundem entre si, por isso é preciso procurar um reumatologista experiente. Os principais sintomas são dor nas articulações, nos músculos, na coluna vertebral, rigidez articular e edema nos músculos, tendões e articulações. O paciente também pode apresentar vermelhidão, inchaço, sensação de calor ou dificuldade para movimentar a região afetada, sobretudo pela manhã. A idade avançada, a obesidade, o tabagismo e o consumo em excesso de bebidas alcoólicas e de medicamentos podem contribuir para o surgimento do reumatismo.

O tratamento é individualizado, medicamentoso e fisioterápico. Na clínica Orthoberg, adotamos protocolos que podem incluir acupuntura, que é excelente para ajudar a eliminar o quadro de dor. O importante é atender o paciente de forma individualizada, propondo um tratamento específico para ele. Desta forma, podemos devolvê-lo a qualidade de vida perdida.